SOFTWARE

Vantagens e desvantagens de migrar a rede para a nuvem

Publicado por PONTO25 em 01/03/2018
Vantagens e desvantagens de migrar a rede para a nuvem

O "cloud computing" mantém, neste ano de 2018, lugar de destaque nas grandes tendências de investimento em tecnologias de informação, identificadas pelas principais empresas de estudos de mercado.

Os dados mostram que as vantagens do modelo "as-a-service" são cada vez mais claras e que aumentam as empresas que preferem manter os seus serviços e sistemas TI em servidores acessíveis à distância de uma ligação web, com a flexibilidade necessária para serem configurados à medida das suas necessidades, a cada momento.  Mas as opiniões ainda não são unânimes.

À medida das necessidades, até que ponto?
Permitir a configuração rápida e um ajuste permanente da capacidade e variedade dos serviços contratados é talvez um dos argumentos mais fortes no sucesso do modelo "cloud". Esta característica garante flexibilidade às empresas e permite acomodar rapidamente o crescimento acelerado da operação, sem preocupações ligadas à aquisição de "hardware", licenças de "software", ou espaço para armazenamento. Acontece o mesmo quando é preciso fazer o movimento inverso, eliminando as preocupações com investimentos que não foram rentabilizados. 

Segurança a mais vs. privacidade a menos  
A segurança continua a ser outro tema quente da "cloud". Há quem a veja como uma das maiores desvantagens do modelo e há quem pense precisamente o contrário.

Os fornecedores defendem que a complexidade das ameaças informáticas e a sua evolução rápida deixam muitas empresas sem recursos – humanos e técnicos – para manter servidores e aplicações protegidos com as soluções de segurança mais robustas e modernas do mercado, a cada momento.

Ganhar tempo para tarefas estratégicas e perder liberdade 
Outro argumento de peso a favor da "cloud" é o facto de o tempo consumido com configurações, atualizações e aspetos ligados à segurança perder expressão. Por outro lado, e tendo em conta que a oferta "cloud", ainda que configurável, tem de ser minimamente padronizada para ir ao encontro das necessidades mais identificadas junto dos clientes, o número de funções disponíveis nestes pacotes pode não ir tão longe como as que existem em soluções locais, completamente configuradas para as necessidades de uma empresa. 

Níveis de serviço garantidos, sem esquecer que não há soluções 100% fiáveis
Os contratos de nível de serviço estabelecem um conjunto de compromissos e parâmetros de avaliação que obrigam o fornecedor a garantir segurança, performance, continuidade do serviço e suporte, sempre que uma empresa contrata serviços na "cloud".

Flexibilidade para pensar depressa e agir depressa
Levar a rede para a "cloud" potencia a integração de soluções e dota a empresa de um conjunto de recursos básicos para construir um modelo de operação em que todos os elementos e áreas de negócio comunicam entre si, a partir de qualquer lugar. Dar visibilidade à informação de negócio é sinónimo de mais elementos para tomar decisões corretas e no tempo certo. Também significa um ganho de agilidade na criação de postos de trabalho e uma capacidade melhorada de responder às necessidades de equipas móveis ou remotas. Este é outro dos argumentos que tem popularizado as soluções na nuvem e que é difícil bater.

Os custos também contam
Outro argumento importante a favor da "cloud" é o seu impacto direto nos custos energéticos, que será tanto maior quanto maior for a infraestrutura de TI de suporte à operação que a empresa deixar de gerir internamente, para passar a terceiros. Vale ainda a pena sublinhar que os vários "sabores" da nuvem respondem a diferentes níveis de criticidade da informação que gerem, permitindo optar por soluções de "cloud" pública ou privada, ou combinar ambas. Estas últimas estão a ganhar tração e espera-se que nos próximos anos ocupem um lugar cada vez mais relevante. 

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